Avaliação Psicológica Bariátrica

Perder peso não é só uma questão física relacionada a maus hábitos e disposição genética. Quando o paciente ou o médico chegam a decisão de fazer uma redução de estômago, na maioria das vezes esse paciente já tentou todas as formas tradicionais para perder peso e não obteve sucesso. Existem outros fatores onde o médico opta pela cirurgia bariátrica : doenças pré-existentes ou genéticas como diabetes, hipertensão, problemas de circulação entre outros.

A avaliação psicológica é parte fundamental nesse processo e seu laudo irá atestar se o indivíduo está psicologicamente e emocionalmente preparado para realizar a cirurgia e todas as mudanças decorrentes dela. A avaliação psicológica para cirurgia bariátrica irá averiguar todos os aspectos que estão presentes na vida desse paciente e que interferiram em seu emagrecimento ou na ocorrência de outras comorbidades e também o quanto esta pessoa está preparada tanto para a cirurgia, a recuperação pós cirúrgica e para as mudanças posteriores.

O paciente vai operar o estômago e não a cabeça, por isso todos os aspectos devem ser considerados, não apenas o sucesso clínico da redução de peso. E são estes os aspectos que vêm à tona em uma boa avaliação psicológica: verificar se a pessoa está realmente preparada para vivenciar estas mudanças. Será feita emissão de um laudo atestando se o indivíduo está saudável psiquicamente, para enfrentar as mudanças que vai vivenciar como resultado de sua escolha. Tão importante quanto a avaliação psicológica para a cirurgia bariátrica seria o acompanhamento psicológico pós cirurgia, para ajudar o paciente nos desafios dessa nova fase de vida.

Terapia de Casal

Um casal não precisa de terapia simplesmente porque discute!
A terapia de casal é indicada quando o casal não consegue mais resolver os conflitos sozinhos, sendo a terapia uma ferramenta que poderá ajudar a encontrar as respostas para as angústias e dúvidas relacionadas à vida conjugal.

Ou seja se você sente que já esgotaram todos os recursos disponíveis na tentativa de resolver os problemas sem a ajuda de ninguém. Quanto antes um casal se abre ao apoio de um psicólogo, mais fácil é encontrar o caminho adequado.

Ao perceber que não é mais possível resolver os impasses apenas entre o casal, e que as tentativas de manter o relacionamento estão prestes a se esgotar, pode ser o momento de optar pela terapia.

Todavia, a terapia de casal pode ser feita de forma preventiva, quando pequenos impasses começam a surgir, ou pelo simples fato de o casal desejar conhecer mais a si e ao outro, para que a relação siga saudável.

Ansiedade


Você pode ter ansiedade ou pode sofrer do transtorno de ansiedade, essas realidades são muito distintas.

A ansiedade é um processo natural do organismo, e ter esse sentimento é bom. Ele nos força a ficar atentos aos perigos, a nos preparar para acontecimentos desafiadores e até funciona como uma inquietação positiva que nos impulsiona a lutar por circunstâncias de vida melhores.

Sentimos o famoso frio na barriga da ansiedade quando estamos passando por eventos difíceis como enfrentar alguma discussão acalorada, problemas no trabalho, antes de uma prova na escola, durante um teste de direção ou diante decisões que são complicadas de serem tomadas. Entretanto a ansiedade, quando excessiva, pode se tornar uma doença quer requer muita atenção.

A pessoa que sofre do transtorno de ansiedade sente um medo exagerado de situações que fazem parte da sua rotina, como ter de conversar com muitas pessoas, falar ao telefone ou participar de um evento social.

Depressão


Depressão é uma condição médica e por mais que muitas pessoas acreditem que ela seja "algo da cabeça da pessoa", é necessário tratamento especializado.

Deve-se ter em mente que a depressão se distingue da tristeza. Humor depressivo por mais de duas semanas, incapacidade de sentir qualquer prazer, tendência a sobrevalorizar eventos negativos são alguns dos sinais emocionais. Também há sintomas físicos, como problemas de sono, falta de apetite e dores difusas. A depressão altera os níveis de certos neurotransmissores que regulam o humor e outras funcionalidade do corpo.

Dentro desses estão a serotonina, noradrenalina e dopamina. Muitas vezes essas alterações necessitam de intervenção especializada. Isso pode causar também irregularidades em níveis hormonais de uma pessoa. É necessário que seja esclarecido isso, pois muitas vezes levamos essa condição como algo trivial. Hoje a Fatos Desconhecidos traz para você uma reflexão, então se você tiver alguns desses sintomas, procure tratamento psicológico.

Seja para lidar com questões difíceis ou para ter um espaço de reflexão sobre si mesmo. A terapia pode ser o melhor caminho para que seus conflitos deixem de se repetir.

Terapia Familiar


A terapia familiar pode ser uma excelente alternativa para famílias que estão passando por momentos de conflitos e desarmonia. Nesse contexto, a família pode ser vista tanto em sua estrutura nuclear pai, mãe e filhos quanto em sua estrutura estendida, incluindo assim avós, primos, genros, noras, etc.

O que é a terapia familiar? A terapia familiar é uma terapia realizada em grupo de modo a construir e desenvolver o diálogo entre os membros familiares e assim auxiliar na resolução de problemas e na conquista de relações respeitosas, harmoniosas e saudáveis.

Quais os problemas que podem ser discutidos na terapia familiar? Conflitos de geração, uso de drogas, alcoolismo, discordâncias em relação à criação dos filhos, quadros de depressão, bulimia, anorexia e diversos outros podem levar a família a procurar a ajuda do terapeuta.

Entre os principais objetivos da terapia familiar estão:
- promover o autoconhecimento em nível individual e familiar;
- compreender a importância do diálogo e do respeito ao outro;
- reconhecer os padrões que geram os comportamentos;
- melhorar a comunicação e as relações entre os membros da família;
- aumentar a responsabilidade pessoal;
- favorecer mudanças construtivas de forma a harmonizar o ambiente familiar.

Síndrome do Pânico


Em poucas palavras: trata-se de uma crise de medo repentina e inesperada — desesperadora para quem a sente. Durante a crise, a pessoa pensa que vai morrer. Ela acredita que está tendo um ataque cardíaco, uma vez que o coração dispara, surge sudorese e falta de ar. Além disso, o medo aumenta a descarga de adrenalina, reforçando o pânico.

Não existe uma causa exata para que a síndrome se manifeste. Há indícios de que fatores genéticos, alterações na forma como o cérebro reage a determinadas situações e o temperamento mais vulnerável às condições de estresse favoreçam o aparecimento de alguns sintomas. Estatisticamente, a Síndrome do Pânico ocorre mais entre as mulheres e os jovens de 15 a 20 anos de idade, mas não se restringe a apenas esses grupos.

A terapia pode ser o melhor caminho para que seus conflitos deixem de se repetir.

Terapia com Adolescentes


A adolescência é uma época ótima para iniciarmos um trabalho de psicoterapia. O adolescente vive uma fase de revisão de tudo que já aprendeu até então. As estruturas de personalidade ainda não estão completamente sedimentadas e, portanto, existe muita mobilidade – no sentido de criar novas alternativas. Nesta etapa tudo pode ser modificado. Ele experimentará a si mesmo no mundo e por isso o material que surgirá na sua terapia é a representação do que conseguiu ser e construir até então. Seu script de vida se mostrará – através de seu corpo, de sua atitude, das suas idéias e sentimentos. Metaforicamente: é como se tivéssemos uma obra já em fase de finalização e mexêssemos em sua estrutura e, mesmo já estando no acabamento, produzíssemos uma ótima construção. Aí a riqueza que este trabalho pode representar. Decisões acertadas nesta fase irão definir uma vida inteira. É um trabalho poderoso, que irá gerar grandes repercussões na definição da vida futura deste jovem, pois nesta época as decisões básicas da vida – escolha da profissão, escolha do parceiro, viagens – estarão em pauta, e o terapeuta entrará, então, facilitando o processo, removendo aquilo que impede o potencial total do adolescente.

Estresse no trabalho


A síndrome de Burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, vem atingindo cada vez mais profissionais. No entanto, muitas pessoas ainda não sabem do que se trata essa doença.

O indivíduo afetado pela doença sente-se vazio, sem motivação, abandonado e não se acha bom o suficiente. Essas pessoas passam a achar suas tarefas entediantes e sentem que estão desperdiçando energia ao cuidar de sua vida profissional. Essa sensação de frustração e exaustão relacionada ao trabalho pode, por fim, acabar se estendendo as outras áreas da vida do profissional.

Os gatilhos que levam à ocorrência da síndrome de Burnout estão diretamente ligados à jornada de trabalho estressante. Demandas excessivas e constantes que o profissional não é capaz de satisfazer, impossibilidade de crescimento profissional, sentimento de injustiça, pouca autonomia, falta de participação em decisões importantes e conflitos com colegas de trabalho são alguns dos fatores que podem levar ao aparecimento da síndrome.

Após os sintomas serem identificados o ideal é buscar ajuda profissional de um psicólogo. Pois, além de ter o diagnóstico correto, o paciente receberá orientação psicológica e tratamento adequados ao transtorno.